PREVENÇÃO do CANCRO do INTESTINO

O cancro do intestino é um tumor maligno que se localiza em qualquer parte do cólon ou do recto. O rastreio pode detectar alterações iniciais e evitar a sua evolução para cancro.

Todos os dias morrem no nosso país 9 a 10 pessoas com cancro do intestino.

O que está na origem do cancro do intestino?

Há muitos factores identificados como influentes no aparecimento desta doença. Os genéticos e algumas doenças prévias não são directamente controláveis pelo indivíduo. Por outro lado, um estilo de vida sedentária, sem actividade física, a alimentação descuidada, a obesidade, o colesterol elevado, a hipertensão e o uso do tabaco são factores dependentes do estilo de vida adoptado por cada um e que tem importância significativa na probabilidade de poder vir a desenvolver cancro do intestino.

Existem células do intestino que vão sofrer alterações e dar origem a pólipos. Sabe-se ainda que 10% destes pólipos transformam-se em cancro.

Quais são os sintomas ou queixas que poderão estar relacionados com o cancro do intestino?

A presença de sangue nas fezes é de todos os sintomas aquele que mais o deve deixar alerta. A doença hemorroidária constitui a principal causa de sangue nas fezes e não se relaciona de forma alguma com cancro do intestino; é situação para esclarecer da forma que o seu médico assistente achar mais conveniente.

A alteração do funcionamento habitual do seu intestino com aparecimento de prisão de ventre ou diarreia, se tiver prisão de ventre alternado com diarreia e vice-versa, ou ainda se tiver “falsas vontades” em defecar, também deve ficar alerta.

Quem está em risco?

Homem ou mulher que tiver mais de 50 anos tem o risco aumentado atingindo o máximo do risco para esta doença entre os 60 e 70 anos.

Para além da idade, existem outros factores que influenciam o risco, principalmente se tiver familiares de 1º grau (pais, irmãos ou filhos) com cancro do intestino. Se pertence a um grupo de risco deve seguir as indicações do médico especialista em gastrenterologia.

Já tirou pólipos do intestino?

Existem vários tipos de pólipos. Todos devem ser removidos, pois só após a sua análise é possível saber se exigem vigilância especial.

O gastrenterologista é o único médico que o pode aconselhar em relação à periodicidade com que deve realizar a vigilância e a colonoscopia é o único exame que deverá ser utilizado.

Não pertence a um grupo de risco, não tem sintomas, mas tem mais de 50 anos?

Procure o seu médico assistente porque deve fazer o rastreio.

O único exame que permite observar o interior do intestino e simultaneamente caracterizar as lesões observadas e, acima de tudo, remover pólipos que possam existir, é a colonoscopia.

No rastreio do cancro do intestino, todos os outros exames ou testes acabam por conduzir à realização da colonoscopia.

O cancro do intestino é uma doença silenciosa. Aparece e cresce de forma imperceptível; quando aparecem os sintomas, na maioria dos casos, está numa fase avançada. Nesta fase a possibilidade de terapêutica curativa é limitada.

j.m.a.

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